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Big Data carece de profissionais e paga até R$ 15 mil

Big Data carece de profissionais e paga até R$ 15 mil

A análise de grande volume de dados ajuda as empresas a ganhar produtividade e entender melhor seus consumidores.

Já pensou em trabalhar com Big Data? Este tipo de tecnologia, que nada mais é do que o processamento de grandes volumes de

dados coletados de fontes variadas, gera cada vez mais vagas para profissionais especializados e pode pagar salários de até R$ 15 mil aos especialistas mais experientes.

Segundo o consultor de TI Osvaldo Aranha, o Big Data ganhou força nos últimos cinco anos com a disseminação de soluções de computação em nuvem. “As empresas passaram a coletar muito mais dados de seus usuários e colaboradores e identificar formas de aumentar sua produtividade e individualizar as ofertas que fazem a seus clientes, aumentando seus lucros”, afirma o consultor.

Entre os setores da economia que mais empregam gestores e analistas de Big Data estão as redes de varejo, instituições financeiras, companhias de telecomunicações, consultorias de TI e fornecedoras de energia.

Na avaliação do especialista em tecnologias Microsoft, Rogério Amancio, ter conhecimentos de Big Data deve propiciar boas oportunidades de crescimento na carreira de qualquer profissional de TI, mesmo que ele atue numa área bem diferente da mineração de dados.

Esta tecnologia deve alterar muito os investimentos em TI e diversas áreas precisarão suportar recursos de Big Data”, afirma.


Segundo Amancio, as áreas de marketing das corporações estão entre as maiores interessadas em investir em soluções Big Data. Afinal, estas soluções permitem cruzar dados coletados, por exemplo, em redes sociais e identificar o comportamento de um determinado público.

Os dados coletados e processados podem, ainda, oferecer para as empresas uma nova oportunidade de negócio, como a troca ou venda de informações de seus clientes, o que permite a terceiros, por exemplo, identificar o perfil de compra de um determinado público. “O valor para a estratégia de marketing aumenta de acordo com a precisão e agilidade com que os dados são processados”, afirma Amancio.

Segundo Tami Webster, gerente de marketing na HP, personalizar e humanizar o conteúdo que é elaborado para o usuário em ações de publicidade, é um desafio constante, mesmo com o apoio do Big Data. A executiva afirma que empresas da área de saúde e de telecom, por exemplo, podem usar este recurso para oferecer planos diferenciados de acordo com o consumo e perfil de seus clientes. Outra opção viabilizada pela tecnologia é o envio de mensagens eletrônicas com promoções personalizadas.

Graças ao Big Data, em um futuro próximo, as pesquisas de opinião criadas pelas corporações serão muito mais inteligentes. As enquetes conseguirão, por exemplo, eliminar e modificar as questões que serão apresentadas ao consumidor em função de suas respostas recentes”, diz Tami. Para tornar este cenário real, as empresas precisarão unir os cadastros de seus clientes e os dados internos e externos espalhados nas redes sociais para poder criar um padrão de comportamento para cada consumidor. Isso só será possível se tiverem profissionais qualificados analisando e planejando a coleta e processamento de dados.

Como funciona? – Há vários cargos envolvidos com infraestrutura de dados. A função iniciante é do DBA, (administrador de banco de dados, em português), profissional responsável pela infraestrutura e planejamento de um banco de dados.  Uma função intermediária é executada pelos ADs (administradores de dados), colaboradores que pensam na infraestrutura com enfoque nas necessidades de negócios da empresa. Já os AIs (arquitetos de informação)  são profissionais mais completos. Além de dominar os aspectos técnicos do Big Data, eles devem compreender a estratégia de negócios da empresa.

Há também o cientista de dados, um profissional de nível sênior e conhecimentos avançados em matemática, algoritmos e gráficos e que consegue analisar os padrões de dados. Além disso, ele conta com vasta experiência e visão de mercado. Um DBA júnior, ainda no início da carreira e com conhecimentos gerais de banco de dados e linguagens SQL, Oracle, DB2, ganha cerca de seis mil reais mensais. O colaborador de nível pleno em AD ganha entre oito e nove mil reais mensais e o arquiteto conta com remuneração entre 10 e 12 mil, de acordo com a senioridade. Já o cientista pode ganhar 15 mil mensais, quantia que pode variar conforme os benefícios. Os dados são da Michael Page.

Este cientista pode, por exemplo, analisar a quantidade de pacientes de um hospital e moldar os negócios de acordo com o fluxo de pessoas que visita um local ou, então, atuar durante epidemias de doenças sazonais, mapeando as regiões onde haverá maior demanda por exames clínicos, internações e atendimento médico.

Recentemente, um projeto de TI encomendado por uma instituição financeira aos consultores da Michael Page reservava 5% das vagas aos colaboradores especializados em análise e modelagem de grande volume de dados.

Como ingressar na carreira? Os interessados em iniciar uma carreira na área de dados precisam estudar modelos relacionais, matemática e buscar especialização em negócios, de acordo com o consultor da Michael Page. “A pessoa pode começar em uma área generalista em banco de dados e então buscar um curso para lidar com as informações de instituições financeiras e hospitais, por exemplo. Há até mesmo corporações que usam inteligência artificial para analisar estes dados”, comenta Aranha.

Para iniciar os estudos em Big Data, de acordo com os especialistas, as melhores opções são os cursos de ensino superior em ciência e engenharia da computação ou matemática. Há também os cursos de capacitação de grandes empresas desta área, como IBM, Microsoft e Oracle.

Quem já começou a carreira em outro segmento precisará equilibrar seu dia a dia no trabalho com o estudo de Big Bata e ciências como computação nas nuvens pública e privada, segurança da informação e marketing, como forma de planejar a mudança de área em sua carreira.

Em um nível mais avançado, há as especializações nos framework de arquitetura corporativa TOGAF (The Open Group Architecture Framework) e Zachman.  Amancio recomenda estudar o framework Hadoop. Segundo ele, empresas como Facebook, Twitter e a maioria das ferramentas de busca na internet usam este framework.

Conhecer melhor estes frameworks e especializar-se em BigData pode ser feito via pesquisas pela web ou em cursos especializados, o que exigirá algum investimento do aluno. Com o mercado em franca expansão, no entanto, estes investimentos (de tempo e dinheiro) certamente não serão em vão.

Com informações da info

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+55 (11) 2977-8273.
Caso prefira, também podemos conversar via skype (reinaldo.occammidia).

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Big Data carece de profissionais e paga até R$ 15 mil

A análise de grande volume de dados ajuda as empresas a ganhar produtividade e entender melhor seus consumidores.

Já pensou em trabalhar com Big Data? Este tipo de tecnologia, que nada mais é do que o processamento de grandes volumes de

dados coletados de fontes variadas, gera cada vez mais vagas para profissionais especializados e pode pagar salários de até R$ 15 mil aos especialistas mais experientes.

Segundo o consultor de TI Osvaldo Aranha, o Big Data ganhou força nos últimos cinco anos com a disseminação de soluções de computação em nuvem. “As empresas passaram a coletar muito mais dados de seus usuários e colaboradores e identificar formas de aumentar sua produtividade e individualizar as ofertas que fazem a seus clientes, aumentando seus lucros”, afirma o consultor.

Entre os setores da economia que mais empregam gestores e analistas de Big Data estão as redes de varejo, instituições financeiras, companhias de telecomunicações, consultorias de TI e fornecedoras de energia.

Na avaliação do especialista em tecnologias Microsoft, Rogério Amancio, ter conhecimentos de Big Data deve propiciar boas oportunidades de crescimento na carreira de qualquer profissional de TI, mesmo que ele atue numa área bem diferente da mineração de dados.

Esta tecnologia deve alterar muito os investimentos em TI e diversas áreas precisarão suportar recursos de Big Data”, afirma.


Segundo Amancio, as áreas de marketing das corporações estão entre as maiores interessadas em investir em soluções Big Data. Afinal, estas soluções permitem cruzar dados coletados, por exemplo, em redes sociais e identificar o comportamento de um determinado público.

Os dados coletados e processados podem, ainda, oferecer para as empresas uma nova oportunidade de negócio, como a troca ou venda de informações de seus clientes, o que permite a terceiros, por exemplo, identificar o perfil de compra de um determinado público. “O valor para a estratégia de marketing aumenta de acordo com a precisão e agilidade com que os dados são processados”, afirma Amancio.

Segundo Tami Webster, gerente de marketing na HP, personalizar e humanizar o conteúdo que é elaborado para o usuário em ações de publicidade, é um desafio constante, mesmo com o apoio do Big Data. A executiva afirma que empresas da área de saúde e de telecom, por exemplo, podem usar este recurso para oferecer planos diferenciados de acordo com o consumo e perfil de seus clientes. Outra opção viabilizada pela tecnologia é o envio de mensagens eletrônicas com promoções personalizadas.

Graças ao Big Data, em um futuro próximo, as pesquisas de opinião criadas pelas corporações serão muito mais inteligentes. As enquetes conseguirão, por exemplo, eliminar e modificar as questões que serão apresentadas ao consumidor em função de suas respostas recentes”, diz Tami. Para tornar este cenário real, as empresas precisarão unir os cadastros de seus clientes e os dados internos e externos espalhados nas redes sociais para poder criar um padrão de comportamento para cada consumidor. Isso só será possível se tiverem profissionais qualificados analisando e planejando a coleta e processamento de dados.

Como funciona? – Há vários cargos envolvidos com infraestrutura de dados. A função iniciante é do DBA, (administrador de banco de dados, em português), profissional responsável pela infraestrutura e planejamento de um banco de dados.  Uma função intermediária é executada pelos ADs (administradores de dados), colaboradores que pensam na infraestrutura com enfoque nas necessidades de negócios da empresa. Já os AIs (arquitetos de informação)  são profissionais mais completos. Além de dominar os aspectos técnicos do Big Data, eles devem compreender a estratégia de negócios da empresa.

Há também o cientista de dados, um profissional de nível sênior e conhecimentos avançados em matemática, algoritmos e gráficos e que consegue analisar os padrões de dados. Além disso, ele conta com vasta experiência e visão de mercado. Um DBA júnior, ainda no início da carreira e com conhecimentos gerais de banco de dados e linguagens SQL, Oracle, DB2, ganha cerca de seis mil reais mensais. O colaborador de nível pleno em AD ganha entre oito e nove mil reais mensais e o arquiteto conta com remuneração entre 10 e 12 mil, de acordo com a senioridade. Já o cientista pode ganhar 15 mil mensais, quantia que pode variar conforme os benefícios. Os dados são da Michael Page.

Este cientista pode, por exemplo, analisar a quantidade de pacientes de um hospital e moldar os negócios de acordo com o fluxo de pessoas que visita um local ou, então, atuar durante epidemias de doenças sazonais, mapeando as regiões onde haverá maior demanda por exames clínicos, internações e atendimento médico.

Recentemente, um projeto de TI encomendado por uma instituição financeira aos consultores da Michael Page reservava 5% das vagas aos colaboradores especializados em análise e modelagem de grande volume de dados.

Como ingressar na carreira? Os interessados em iniciar uma carreira na área de dados precisam estudar modelos relacionais, matemática e buscar especialização em negócios, de acordo com o consultor da Michael Page. “A pessoa pode começar em uma área generalista em banco de dados e então buscar um curso para lidar com as informações de instituições financeiras e hospitais, por exemplo. Há até mesmo corporações que usam inteligência artificial para analisar estes dados”, comenta Aranha.

Para iniciar os estudos em Big Data, de acordo com os especialistas, as melhores opções são os cursos de ensino superior em ciência e engenharia da computação ou matemática. Há também os cursos de capacitação de grandes empresas desta área, como IBM, Microsoft e Oracle.

Quem já começou a carreira em outro segmento precisará equilibrar seu dia a dia no trabalho com o estudo de Big Bata e ciências como computação nas nuvens pública e privada, segurança da informação e marketing, como forma de planejar a mudança de área em sua carreira.

Em um nível mais avançado, há as especializações nos framework de arquitetura corporativa TOGAF (The Open Group Architecture Framework) e Zachman.  Amancio recomenda estudar o framework Hadoop. Segundo ele, empresas como Facebook, Twitter e a maioria das ferramentas de busca na internet usam este framework.

Conhecer melhor estes frameworks e especializar-se em BigData pode ser feito via pesquisas pela web ou em cursos especializados, o que exigirá algum investimento do aluno. Com o mercado em franca expansão, no entanto, estes investimentos (de tempo e dinheiro) certamente não serão em vão.

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